Diabetes: sintomas, fatores de risco, tipos e tratamento

26.06.2018

Diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz, e a falta desse hormônio ocasiona um aumento da glicose no sangue. Em outras palavras, a diabetes é o aumento exagerado dos níveis de açúcar no sangue (hiperglicemia), causada pela falta — ou mal funcionamento — da insulina.

Como o diabetes acontece?

O diabetes ocorre quando o pâncreas não é capaz de produzir insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou também quando este hormônio não é capaz de agir da maneira adequada. A ausência da insulina — seja ela total ou parcial — não interfere apenas na queima de açúcar, como também prejudica a transformação da glicose em proteínas, músculos e gordura, além de acarretar uma série de outras complicações, que podem afetar órgãos, nervos e vasos sanguíneos.

Mas o que é insulina?

Insulina é um hormônio que regula a quantidade de açúcar no sangue. O corpo precisa dele para utilizar a glicose como fonte de energia. Quando a pessoa é diabética, no entanto, o pâncreas não fabrica insulina e, consequentemente, o organismo não consegue utilizar a glicose adequadamente.

425 milhões de casos de diabetes no mundo

De acordo com um levantamento feito pela Federação Internacional de Diabetes, em 2017, havia mais de 425 milhões de adultos com a doença no mundo. Só no Brasil há mais de 13 milhões de pessoas vivendo com diabetes, o que representa 6,9% da população brasileira.

O estudo aponta que esses números vêm crescendo e que cerca de 50% das pessoas que possuem a doença simplesmente não sabem que são diabéticas.

Por isso, é preciso estar atento aos sintomas e fatores de risco.

Sintomas

♦ Poliúria e polidpsia: a pessoa urina demais (poliúria) e começa a desidratar, passando a sentir muita sede (polidipsia);

♦ Aumento do apetite;

♦ Alterações na visão;

♦ Impotência sexual;

♦ Infecções fúngicas (fungos) na pele e nas unhas;

♦ Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;

♦ Neuropatias diabéticas (danos nos nervos) provocadas pelo comprometimento das terminações nervosas;

♦ Distúrbios cardíacos e renais.

Fatores de risco

♦ Obesidade (inclusive a obesidade infantil);

♦ Hereditariedade (a diabetes pode ser transmitida geneticamente);

♦ Falta de atividade física regular;

♦ Hipertensão (pressão alta);

♦ Níveis altos de colesterol e triglicérides no sangue;

♦ Medicamentos, como os à base de cortisona;

♦ Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II);

♦ Estresse emocional.

 

É muito importante que você não ignore os fatores de risco. Quanto mais cedo você tiver o diagnóstico, mais rápido poderá tomar providências e impedir que a doença se agrave. Previna-se para continuar saudável, agora e sempre.

Pense também que prevenir-se pode proteger as pessoas que você gosta, pois, caso você tenha Diabetes Tipo 2, seus filhos e irmãos também podem ter chances de desenvolver a doença. É importante que todos façam acompanhamento médico e exames regulares.

Tipos de Diabetes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

50% dos pacientes no estágio de pré-diabetes vão desenvolver a doença. O momento “pré” é decisivo por ser o único estágio que ainda permite reversão ou retardamento da diabetes e suas complicações. E a grande preocupação dos médicos é que muitas pessoas não dão a devida importância ao período, deixando de tomar providências.

Nesse período é fundamental que haja uma mudança nos hábitos alimentares e a prática de exercícios precisa ser intensificada. Estes são os principais fatores para controlar a doença com sucesso. No entanto, 95% dos pacientes têm dificuldades com o controle de peso, alimentação saudável e atividades físicas regulares. Por isso, tenha foco!

 

Tratamento

O diabetes não tem cura, mas pode ser controlada.

O Tipo 1, considerado insulinodependente (depende de doses diárias de insulina), exige o uso de injeções para suprir o organismo desse hormônio que não está sendo produzido devidamente pelo pâncreas. Não aplicar a medicação pode provocar cetoacidose diabética (produção excessiva de ácidos sanguíneos) e distúrbio metabólico, fatores que podem colocar a vida em risco.

Já o Tipo 2 não depende da aplicação injetável de insulina e pode ser controlado com o uso de medicamentos, ministrados por via oral. Contudo, o segundo tipo requer muita atenção e controle, pois a doença pode levar ao coma hiperosmolar (o elevado nível de açúcar no sangue causa coma), uma complicação tão grave que pode ser fatal.

Além disso, mantenha uma dieta equilibrada para o controle do diabetes. Atividades físicas regulares são fundamentais para reduzir o nível de glicose no sangue, o que ajuda a combater os dois tipos da doença. Siga também as recomendações de um nutricionista e faça acompanhamento com psicólogos e psiquiatras, pois, por muitas vezes, é difícil manter-se firme no cuidado com o peso. Mas lembre-se que estas pequenas mudanças criam a possibilidade de usar doses menores de medicações.

O Richet conta com os principais exames no diagnóstico de diabetes:

Glicose jejum (clique para ver)

Hemoglobina glicada (clique para ver)

Curva glicêmica (clique para ver)

Microalbuminuria (clique para ver)

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