Entenda o que é a Doença de Crohn, inflamação crônica que afeta o trato gastrointestinal

17.01.2016
Atualizado em: 26/04/2019

 

A Doença de Crohn é uma doença crônica inflamatória no trato gastrointestinal que pode afetar qualquer parte do sistema digestivo, desde a boca até o ânus. As áreas mais afetadas são: o íleo terminal e o cólon. A causa exata ainda é desconhecida, mas acredita-se que pode ser causada por falha no funcionamento do sistema imunológico.

A Doença de Crohn pode atingir homens e mulheres, normalmente entre 20 e 40 anos, porém pode acontecer em qualquer idade, tendo uma incidência maior em fumantes. Esta inflamação pode comprometer toda a parede intestinal como mucosa, submucosa, muscular e serosa.

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Sintomas

Os sintomas da doença, podem variar dependendo da área do sistema digestório que foi atingido, mas no geral, os sintomas são:

  • - Diarreia
  • - Cólicas abdominais
  • - Febre frequente
  • - Sangramento retal
  • - Perda de apetite
  • - Perda de peso
  • - Dores articulares
  • - Náuseas e vômitos
  • - Fraqueza e cansaço

 

As cólicas abdominais costumam aparecer depois das refeições. Por causa da perda de apetite, a pessoa pode ter desnutrição ou até anorexia por consequência da perda de fome e peso. Podem ocorrer manifestações da doença fora do trato gastrointestinal, como por exemplo, nos olhos, trato urinário, articulações e pele. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Também podem ocorrer sintomas provocados por outras complicações, como dores articulares, aftas, lesões de pele do tipo pioderma gangrenoso (ferida que parece um vulcão) e do eritema nodoso (nódulos dolorosos e avermelhados na subepiderme), além de inflamação dos olhos (uveíte), pedras nos rins e na vesícula.

Caso haja complicações mais graves, pode ocorrer a obstrução intestinal e, em 30% dos casos, aparecerem fissuras e fístulas (perfurações) no intestino que podem acometer a região perineal, vaginal e bexiga.      

Tratamento

Os tratamentos existentes para a Doença de Crohn reduzem a inflamação e controlam os sintomas, mas não curam a doença. Há tratamentos terapêutico, clínico e cirúrgico, mas deve ser realizada uma avaliação da doença, que pode ser classificada como leve, moderada ou grave, antes de se começar a realizar algum tratamento.

Recomendações

Muitos portadores da doença quando entram em remissão, levam uma vida praticamente normal. Algumas medidas simples podem ajudar a prevenir as crises, tais como, praticar atividades físicas moderadas, não fumar, controlar o peso, evitar estresse e não ingerir alimentos gordurosos e que podem piorar os sintomas.


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