Malária: sintomas, diagnóstico e tratamento

26.02.2015
Atualizado em: 02 de maio de 2019

 

A Malária é uma doença de países de climas tropicais e subtropicais, transmitida pela fêmea do mosquito vetor Anopheles, o qual carrega o parasita transmissor, o Plasmodium. Existem quatro espécies do parasita, mas apenas três afetam o homem: a Vivax, a Falciparum e a Malariae, sendo que os dois primeiros são os mais comuns no Brasil.

Após a picada do mosquito, leva cerca de 30 minutos para o Plasmodium entrar na circulação e alcançar o fígado. O parasita se multiplica dentro das células hepáticas, elas explodem e se dissipam dentro da corrente sanguínea.

 

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Sintomas da malária

Os sintomas mais comuns da Malária são febre alta, calafrios intensos que se alternam com ondas de calor e sudorese abundante, taquicardia, delírios, dores de cabeça e no corpo, falta de apetite, pele amarelada e cansaço. Dependendo do tipo da doença, os sintomas podem se repetir a cada dois ou três dias.

Diagnóstico

A incubação do parasita depende do tipo de Malária, mas varia de uma semana até um mês, a partir do momento da picada. O método mais rápido e eficiente para o diagnóstico da doença é através da pesquisa direta do antígeno no sangue. É feita a coleta de sangue do paciente e analisa-se a presença do Plasmodium. Apenas assim é possível identificar a Malária. O Richet oferece o exame Pesquisa de Malária com identificação da espécie que identifica o parasita causador da malária. Não há preparo para o exame e o prazo para resultado é de até 7 dias.

  • Clique para ver os exames:

 

MALARIA - PLASMODIUM FALCIPARUM IGG ANTICORPOS, PESQUISA

MALARIA - PLASMODIUM FALCIPARUM IGM ANTICORPOS, PESQUISA 

MALARIA, PESQUISA E TIPAGEM POR PCR

HEMATOZOARIOS, PESQUISA

 

Tratamento

Ainda não existe vacina para a Malária, pois é uma doença autolimitada. Seu tratamento é diferenciado, podendo ser mais ou menos agressivo, de acordo com o tipo de Malária. Apenas o exame de sague consegue identificá-la, por isso a importância de se realizar o exame. O tratamento padrão é feito por via oral e não deve ser interrompido para evitar o risco de recaídas. O medicamento não provoca efeitos colaterais. Em determinados casos, se a doença não for tratada, pode ser levar o paciente à morte.

  • Para se proteger da Malária, certas recomendações podem ser seguidas:
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  • - Use repelente no corpo todo, camisa de mangas compridas e mosquiteiro, quando estiver em zonas endêmicas;
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  • - Evite banhos em igarapés e lagoas ou expor-se a águas paradas ao anoitecer e ao amanhecer, horários em que os mosquitos mais atacam, se estiver numa região endêmica;
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  • - Procure um serviço especializado se for viajar para regiões onde a transmissão da doença é alta, para tomar medicamentos antes, durante e depois da viagem;
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  • - Não faça prevenção por conta própria e, mesmo que tenha feito a quimioprofilaxia, se tiver febre, procure atendimento médico;

 

A Fiocruz disponibilizou o Malária-Fone, uma linha exclusiva para fornecimento de informações sobre a doença, inclusive sobre os locais para diagnóstico e tratamento. Funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, podendo ser acionado 24h por dia para casos específicos de emergência médica (paciente febril com suspeita da doença). Contato: (21) 99988-0113.

 

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